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quinta-feira, 17 de abril de 2014

o meu livro favorito

O meu maior desejo, depois de conhecer Tailândia, é ler o livro “Uncle Tom's Cabin” (A Cabana do Pai Tomas), da escritora estadunidense Harriet Beecher Stowe. Primeiramente por apresentar de forma romanceada o conflito vivido entre os escravos e os ricos proprietários de terras no sul dos Estados Unidos, mostrando quão vil era a escravidão, por ser um romance que impulsionou o movimento abolicionista nos Estados Unidos e porque me foi sugerido por alguém que entende muito bem da história de colonização e sociedades africanas. Quero lê-lo por tantos outros motivos que fica difícil expressar, pois quando estava no meu país o procurei em todas as bibliotecas e não achei, mas ainda assim não perdi a esperança. Como todas as histórias de escravidão, de colonização me interessam, sendo este uma obra clássica, decidi fazer dessa busca um foco e o meu segundo maior desejo.

Crónica sobre o apologo

Quando se pensa em discutir um assunto, o melhor é pensar antes nos pós e no contra. Todo assunto tem um lado bom e ruim, às vezes mais vale ficar calado e ainda assim, existem aquelas pessoas que preferem sempre meter o dedo onde não é chamado, cutucar a onça com a vara curta e preocupa-se com a vida alheia, o que elas não sabem é que o indicador quando é apontado para frente, o polegar revida apontado para trás.
Ah!  A propósito disso lembrei-me de uma história que presencie, viviam juntas a agulha, a linha e alfinete numa caixa. Discutiam a importância um do outro.  A agulha como era enxerida decidiu criticar o ar insuportável da linha, e adivinhe levou a pior. Cansada das insinuações e conversas, a linha revida dizendo que tinha esse ar porque era importante. Pois no trabalho de costura, a agulha desempenhava um papel subalterno, furando buracos para a linha passar, coser e enfeitar, enquanto que a agulha depois de furar era guardada e esquecida. A agulha por sua vez não achava isso, pois quando furava puxava pela linha que ao obedecia cegamente. A discursão prosseguia até que o alfinete decidiu interferir chamando de tola a agulha que passou a vida toda abrindo caminho para a linha que se divertia enquanto a pobre coitada voltava para a caixinha de costura.
Se eu tivesse que dar a minha opinião diria: nem linha, nem agulha, melhor o alfinete que onde fura fica e não serve de agulha para linha ordinária. Pensando bem cada um tem a sua importância, cada qual a sua função, importante é desempenhar com perfeição.