Linguística, Literatura, escrever, ler, pensar, refletir, livros, o que seria da minha vida sem isso tudo, não posso nem prosseguir com a lista, violão...nossa, não dá! Mas enquanto isso partilho os meus escritos, sejam eles acadêmicos ... ou literários...
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quinta-feira, 17 de abril de 2014
Crónica sobre o apologo
Quando se pensa em discutir um assunto, o melhor é pensar antes nos pós e no contra. Todo assunto tem um lado bom e ruim, às vezes mais vale ficar calado e ainda assim, existem aquelas pessoas que preferem sempre meter o dedo onde não é chamado, cutucar a onça com a vara curta e preocupa-se com a vida alheia, o que elas não sabem é que o indicador quando é apontado para frente, o polegar revida apontado para trás.
Ah! A propósito disso lembrei-me de uma história que presencie, viviam juntas a agulha, a linha e alfinete numa caixa. Discutiam a importância um do outro. A agulha como era enxerida decidiu criticar o ar insuportável da linha, e adivinhe levou a pior. Cansada das insinuações e conversas, a linha revida dizendo que tinha esse ar porque era importante. Pois no trabalho de costura, a agulha desempenhava um papel subalterno, furando buracos para a linha passar, coser e enfeitar, enquanto que a agulha depois de furar era guardada e esquecida. A agulha por sua vez não achava isso, pois quando furava puxava pela linha que ao obedecia cegamente. A discursão prosseguia até que o alfinete decidiu interferir chamando de tola a agulha que passou a vida toda abrindo caminho para a linha que se divertia enquanto a pobre coitada voltava para a caixinha de costura.
Se eu tivesse que dar a minha opinião diria: nem linha, nem agulha, melhor o alfinete que onde fura fica e não serve de agulha para linha ordinária. Pensando bem cada um tem a sua importância, cada qual a sua função, importante é desempenhar com perfeição.
Ah! A propósito disso lembrei-me de uma história que presencie, viviam juntas a agulha, a linha e alfinete numa caixa. Discutiam a importância um do outro. A agulha como era enxerida decidiu criticar o ar insuportável da linha, e adivinhe levou a pior. Cansada das insinuações e conversas, a linha revida dizendo que tinha esse ar porque era importante. Pois no trabalho de costura, a agulha desempenhava um papel subalterno, furando buracos para a linha passar, coser e enfeitar, enquanto que a agulha depois de furar era guardada e esquecida. A agulha por sua vez não achava isso, pois quando furava puxava pela linha que ao obedecia cegamente. A discursão prosseguia até que o alfinete decidiu interferir chamando de tola a agulha que passou a vida toda abrindo caminho para a linha que se divertia enquanto a pobre coitada voltava para a caixinha de costura.
Se eu tivesse que dar a minha opinião diria: nem linha, nem agulha, melhor o alfinete que onde fura fica e não serve de agulha para linha ordinária. Pensando bem cada um tem a sua importância, cada qual a sua função, importante é desempenhar com perfeição.
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