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quarta-feira, 28 de maio de 2014

O meu maior desejo, depois de conhecer Tailândia, é ler o livro “Uncle Tom's Cabin” (A Cabana do Pai Tomas), da escritora estadunidense Harriet Beecher Stowe. Primeiramente por apresentar de forma romanceada o conflito vivido entre os escravos norte-americanos e os ricos proprietários de terras no sul dos Estados Unidos, mostrando quão vil era a escravidão, por ser um romance que impulsionou o movimento abolicionista nos Estados Unidos e porque me foi sugerido por alguém que entende muito bem da história de colonização e sociedades africanas. Quero lê-lo por tantos outros motivos que fica difícil expressar, pois quando estava no meu país o procurei em todas as bibliotecas e não achei, mas ainda assim não perdi a esperança. Como todas as histórias de escravidão, de colonização me interessam, sendo este uma obra clássica, decidi fazer dessa busca um foco e o meu segundo maior desejo.


" Não sou nada
Nunca serei nada
Não posso querer se nada
À parte isso, tenho em mim
todos os sonhos do mundo."

 
"I'm nothing
I shall never be nothing
I can't want to be nothing
Apart from this, I have in me
all the dreams in the world. "

 
«Je ne suis rien
Je ne serai jamais rien
Je ne peux vouloir être rien
À part ça, je porte en moi tous
les rêves du monde ".

 
Álvaro de Campos/ Fernando Pessoa

quinta-feira, 17 de abril de 2014

o meu livro favorito

O meu maior desejo, depois de conhecer Tailândia, é ler o livro “Uncle Tom's Cabin” (A Cabana do Pai Tomas), da escritora estadunidense Harriet Beecher Stowe. Primeiramente por apresentar de forma romanceada o conflito vivido entre os escravos e os ricos proprietários de terras no sul dos Estados Unidos, mostrando quão vil era a escravidão, por ser um romance que impulsionou o movimento abolicionista nos Estados Unidos e porque me foi sugerido por alguém que entende muito bem da história de colonização e sociedades africanas. Quero lê-lo por tantos outros motivos que fica difícil expressar, pois quando estava no meu país o procurei em todas as bibliotecas e não achei, mas ainda assim não perdi a esperança. Como todas as histórias de escravidão, de colonização me interessam, sendo este uma obra clássica, decidi fazer dessa busca um foco e o meu segundo maior desejo.

Crónica sobre o apologo

Quando se pensa em discutir um assunto, o melhor é pensar antes nos pós e no contra. Todo assunto tem um lado bom e ruim, às vezes mais vale ficar calado e ainda assim, existem aquelas pessoas que preferem sempre meter o dedo onde não é chamado, cutucar a onça com a vara curta e preocupa-se com a vida alheia, o que elas não sabem é que o indicador quando é apontado para frente, o polegar revida apontado para trás.
Ah!  A propósito disso lembrei-me de uma história que presencie, viviam juntas a agulha, a linha e alfinete numa caixa. Discutiam a importância um do outro.  A agulha como era enxerida decidiu criticar o ar insuportável da linha, e adivinhe levou a pior. Cansada das insinuações e conversas, a linha revida dizendo que tinha esse ar porque era importante. Pois no trabalho de costura, a agulha desempenhava um papel subalterno, furando buracos para a linha passar, coser e enfeitar, enquanto que a agulha depois de furar era guardada e esquecida. A agulha por sua vez não achava isso, pois quando furava puxava pela linha que ao obedecia cegamente. A discursão prosseguia até que o alfinete decidiu interferir chamando de tola a agulha que passou a vida toda abrindo caminho para a linha que se divertia enquanto a pobre coitada voltava para a caixinha de costura.
Se eu tivesse que dar a minha opinião diria: nem linha, nem agulha, melhor o alfinete que onde fura fica e não serve de agulha para linha ordinária. Pensando bem cada um tem a sua importância, cada qual a sua função, importante é desempenhar com perfeição.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Reescrita do provérbio revisto de Newton de Lucca em narrativa




Há muito muito tempo, quando os provérbios pertenciam a família de palavras que continham apenas um significado (significado de gramática), um destes muito famoso decidiu por si mesmo mudar o rumo das coisas.
Para realizar o seu desejo pediu a um escritor que o reescrevesse de outro jeito. O provérbio que se chamava “A voz de povo é a voz de Deus” passou então a ser questionado pelo escritor-Que Deus? Que povo? –perguntava o escritor. Como se não bastasse, o escritor decidiu colocá-lo em paralelo com outros exemplos não muito agradáveis em que a voz de povo não pareceu ser a voz de Deus. “Um dia o povo dia o povo escolheu Stálin e Hitler ao poder da União Soviética e Alemanha respetivamente; não obstante isso o povo preferiu a prisão de Cristo Jesus filho de Deus em favor da libertação de Barrabas, criminoso e assassino;” pensava o escritor.
Com o intuito de mais escandalizar o proverbio, o interrogou novamente-Que Deus? Que povo? O que beijou Stálin? O que delirou Hitler? O que soltou Barrabas?
O pobre proverbio que a cada momento ficava com o seu significado mais e mais questionado implorou ao escritor que parasse por aí. Mas o homem estava tão empolgado com o seu brilhante trabalho que nem se importou com a súplica do pobre coitado.
Em sua mais árida inspiração e delírios, o escritor por fim pergunta- Será que Deus já não se teria se enforcado em suas próprias cordas vogais?
Esta lição de vida ensinou ao proverbio que as coisas são como são, não adianta muito tentar mudá-las porque podem ficar pior. Ou não?






A educação



A educação tem sido o melhor caminho para vencer a pobreza, o consumo descontrolado da população e a ignorância, pois uma população letrada estará melhor preparada para se defender dos ataques das Mídias e das influências dos outros sobre si. É importante salientar que tais flagelos fazem parte da vida do povo, mas estes devem afoga-los e não se afundarem neles feito pedras no rio.
É certo que nem todos os letrados cresceram socialmente, entretanto está neles a maior probabilidade de crescimento social. Está neles a grande capacidade de escolher entre o certo e o errado, de ponderar e de privilegiar o necessário do supérfluo.
Enquanto não houver uma educação para todos, a sociedade caminhará a passos largos para a perdição e gastos desnecessários em coisas banais, porque os pais não terão um motivo forte para economizarem o seu dinheiro, nem tão pouco se preocuparem com educação dos seus filhos, pois esta lhes foi negada. Como disse Tom Zé no Palavra (En) cantada[1] “uma pessoa que não sabe ler passa o tempo todo falando, olhando, pensando e pintando cultura”, podemos acrescentar imitando os outros.

[1] Palavra (en) cantada: documentário sobre a poesia, música, literatura… com a participação de varios “ídolos” da literatura brasileira como Adriana Calcanhoto, Chico Buarque, Tom Zé, Luís Tatit, Arnaldo Antunes entre outros.


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

O QUE É UNILAB?

UNILABUniversidade da Integração  Internacional da Lusofonia  Afro-Brasileira- é  um lugar de encontro de pessoas oriundas de diversas partes do mundo, com hábitos e costumes diferentes, mas que têm uma riqueza em comum-  Língua Portuguesa- e que com ela convivem juntas para um mesmo propósito -se formar- esta convivência lhes permite relacionar uns com os outros no espirito de harmonia, amizade e de trabalho apesar da diferença.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Três de fevereiro um dia muito importante para os santomenses mas ninguém postou nada sobre tal data que pena né?