Pensava na vida
Pensava na vida
No dia da minha vinda
Olhava para o céu
Tão quente e tão claro
Que nem era meu
Era céu dos cearenses
Que em poema de harmonia
Rimava com guineenses
Santomenses e timorenses
Pensava no sol quente
No ar sem vento
No tempo sem gente
Pensava nos moçambicanos e
cabo-verdianos
A terra dos cearenses, tão
quente tão fria
Já não estava na minha mente
Mas no meu coração que
ganhou a redenção
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